Um padrão continua se repetindo
Você percebe o ciclo, mas ainda acaba voltando às mesmas respostas, escolhas ou hábitos.
Um espaço para compreender padrões que se repetem, organizar o que hoje parece confuso e construir mudanças mais consistentes, sem reduzir sua experiência a um diagnóstico ou a uma lista de sintomas.
Às vezes você já pensou bastante, tentou alternativas e até sabe o que gostaria de mudar. O que falta é entender melhor o que acontece na prática e encontrar um caminho que seja possível sustentar.
Meu trabalho é participativo. Eu escuto, faço perguntas, ajudo a organizar o problema, compartilho hipóteses quando elas são úteis e construo com você formas de testar mudanças na vida real.
O que está acontecendo, em quais contextos e o que pode estar mantendo o problema.
Transformar uma dificuldade ampla em objetivos que façam sentido para a sua vida.
Testar estratégias, habilidades e novas formas de responder às situações relevantes.
Observar o que mudou, o que não mudou e ajustar o caminho quando for necessário.
Opa, sou o Dayvisson.
Sou psicólogo clínico. Nos últimos seis anos, já trabalhei com adultos e crianças, além de ter atuado como supervisor clínico e acompanhante terapêutico. Hoje, minha principal base de trabalho é a Terapia Cognitivo-Comportamental.
Desde a graduação, sempre me interessei por um trabalho baseado em evidências, buscando ter mais segurança e confiança em oferecer um trabalho ancorado no que funciona.
Fora da clínica, gosto de passar tempo com meus dois gatos idosos, Morfeu e Motoquinha. Também gosto de musculação, de aprender receitas novas e de fazer trilhas.
Sou bem ligado em cultura nerd. Gosto de jogos, animes, filmes, ficção e filosofia. The Office é minha série favorita e já assisti umas quatro vezes.
Acho que isso também diz bastante sobre a forma como trabalho. Sou curioso, gosto de entender as coisas com profundidade e de construir junto com cada pessoa uma compreensão mais clara sobre o que está acontecendo e sobre o que pode ser feito a partir daí.
Não são testes, diagnósticos ou substitutos da psicoterapia. São exercícios breves que você pode usar para observar o momento presente ou organizar prioridades com mais calma.
Observe como diferentes áreas da sua vida estão hoje e quais delas você gostaria de olhar com mais atenção.
Uma respiração visual curta para diminuir o ritmo e voltar a prestar atenção ao corpo e ao ambiente.
Um grounding guiado 5-4-3-2-1 para direcionar a atenção aos sentidos, passo a passo.
Dê uma nota de 0 a 10 para cada área de acordo com a sua percepção hoje. O gráfico muda conforme você ajusta as notas.
Acompanhe o movimento do círculo. Inspire enquanto ele aumenta e solte o ar devagar enquanto ele diminui. Pare se sentir desconforto.
Olhe ao redor e repare em cinco objetos, cores, formas ou detalhes.
Perceba quatro pontos de contato, texturas ou temperaturas.
Observe três sons próximos ou distantes.
Note dois cheiros presentes ou lembre de dois cheiros familiares.
Perceba o gosto presente na boca ou tome um pequeno gole de água.
Ajuste cada área de 0 a 10 de acordo com a sua percepção hoje. O gráfico serve como fotografia do momento, não como avaliação de desempenho.
Quando começar, acompanhe o círculo: inspire de forma confortável enquanto ele expande e solte o ar devagar enquanto ele diminui. Não é necessário puxar o ar profundamente. Pare se sentir desconforto.
O exercício é apenas um convite para diminuir um pouco o ritmo e observar o que acontece.
Olhe ao redor devagar. Repare em formas, cores, objetos, luzes ou detalhes que talvez passassem despercebidos.
Sem tentar medir se “funcionou”, apenas perceba como você está agora e o que nota no corpo, na atenção e no ambiente.
Terapia não precisa ser um processo no escuro. Ao longo do tratamento, voltamos aos objetivos que definimos e observamos o que está realmente mudando na sua vida.
Nem toda mudança aparece como “me sentir bem”. Às vezes ela aparece como conseguir agir diferente em situações que antes pareciam sempre terminar do mesmo jeito.
O que você queria mudar continua sendo relevante? Alguma prioridade mudou?
O foco é perceber mudanças concretas no cotidiano, relacionadas ao que trouxe você à terapia.
Registros ou escalas podem complementar a percepção clínica, sem transformar a terapia em uma planilha.
Se algo não está funcionando, revisamos a hipótese e a estratégia em vez de apenas insistir.
O primeiro contato e as primeiras sessões existem justamente para transformar uma dificuldade ainda confusa em algo que possamos compreender e trabalhar juntos.
Conversamos brevemente sobre disponibilidade e funcionamento do atendimento.
Nas primeiras sessões, investigamos a demanda, contexto, impacto, história e aquilo que você gostaria de mudar.
Organizamos prioridades e construímos um plano de trabalho coerente com a sua realidade.
As estratégias são testadas, acompanhadas e ajustadas de acordo com o que acontece dentro e fora das sessões.
Estas são algumas das dúvidas que costumam aparecer antes do primeiro atendimento.
Você não precisa chegar com uma explicação pronta. Eu faço perguntas e ajudo a organizar aquilo que ainda está confuso.
A conversa é uma parte central, mas não precisa ser passiva. Podemos organizar problemas, testar hipóteses, desenvolver habilidades e experimentar mudanças fora da sessão quando isso fizer sentido.
Às vezes. Registros, exercícios ou pequenas experiências podem ser úteis, mas são escolhidos de acordo com o caso e construídos em conjunto.
Voltamos periodicamente aos seus objetivos e observamos mudanças concretas no cotidiano. Quando útil, medidas simples também podem complementar essa avaliação.
Não. Muitas pessoas procuram psicoterapia por sofrimento emocional, padrões recorrentes ou objetivos de mudança sem ter um diagnóstico definido.
Não existe um prazo universal. A duração depende da demanda, dos objetivos, do contexto e de como o tratamento evolui.
Se quiser entender melhor como funciona o atendimento e verificar se meu trabalho faz sentido para o que você está buscando, me chame pelo WhatsApp.